Cadelas no cio não usam lingerie

Quarta-feira, Novembro 28, 2007


E hoje tem peça, Mother Fucker - O começo de uma banda de rock and roll.
Minha primeira comédia, pra quem não viu só tem até dia 13 de dezembro, então corram.
Claro que a peça não fala só de música, tem também drama, protesmo, humor negro...
e claro que falar de rock and roll sem tocar no assunto drogas e sexo não seria roch and roll.
Tudo embalado por um cenário muito legal, ás ruinas de uma garagem que continua sedendo;
podendo desabar a qualquer momento.Tem a até projeção em super oito.
A peça tem até uma mensagem, além do faça você mesmo, compartilhe
com os outros que juntos farão mais barulho. Um só instrumento pode passar despercebido,
mas uma banda inteira será dificil de não ser ouvida.


Quinta-feira, Novembro 22, 2007


Escrevi esse artigo no blog sobre o cineasta Alemão Rainer Werner Fassbinder tem uns quatro anos,
na época um brasileiro que estuda e mora na Alemanha e também é fã do cineasta me pediu para publicar na sua tese.
Agora este mesmo artigo saiu no Site da Revista de Cinema. Para ler o artigo entre neste endereço : http://www2.uol.com.br/revistadecinema/
ai clica em noticias e depois em
"O cinema é mais quente que a vida"-


Sexta-feira, Novembro 16, 2007


Sou um cara obsecado, enquanto não alcanso a perfeiçaõ não me aquieto. Sou um diretor que dirige e amo fazer isso. Estou sempre forçando os atores a se superarem.
Mother Fucker - O começo de uma banda de Rock and Rol foi concebida como uma pintura de Coya, quem disse que o vento não pode ser pintado. Se Coya conseguiu eu também consigo. O movimento representa a mudança sem ele nada está vivo. Com baldes de luzes pinto a revolta, a indignação de todo um povo. Vamo gritaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa


Segunda-feira, Novembro 12, 2007


Evoluir. Evoluir. Cara que doido! Como eu vejo as coisas muito mais claras agora. Escrever um texto e depoiis dirigi-lo são duas coisas completamentes diferemtes e o mais complicado ainda, atuar no espetáculo. Antes eu misturava tudo, ai o resultado ficava, ás vezes, aquem do que eu esperava que fosse. Isso gera uma tensão que deixa a gente com os nervos pra fora. Hoje já aprendi a me controlar. Tô voltando a minha antiga forma, me divirto no espetáculo novamente. Se alguma coisa sair errado depois eu concerto e vamos pra frente. Faço as palavras do Fauzi Arap as minhas, errar não pode, ensaio serve pra isso, mas pelo menos não cague no resto, " esqueça o erro senão vira uma bola de neve". Quando a peça estreia ai vem o retorno do público, e muitas vezes você terá que colocar a peça no caminho certo, porque o que você queria acabou indo por outros caminhos. Então é hora de reescrever mudar EVOLUIR.


Segunda-feira, Novembro 05, 2007


A estréia de Mother Fucker - O começo de uma banda de rock and roll foi du caralho, não é que teve um público bem acima da média! Será que estou virando um autor popular? O melhor da apresentação foi que tinha gente de todas as idades. Falar de Rock and Roll sem falar de: sexo drogas e palavrão no meio não seria a mesma coisa. Consegui falar de tudo isso, mas sem ser agresivo ou apelativo e de quebra escapei do clichê quando se trata desse assunto. Acho que a peça funcionou por isso. Fazer rir é mais dificil que fazer chorar. Parece que o público se divertiu, parecia jogo de futebol em algumas cenas, com o público gritando junto com os atores. Era esse o meu desejo, não que a peça seja interativa, mas de alguma forma faz com que as pessoas mostrem sua indignação, já que a peça toca também na revolta da população com a corrupção. A melhor definição foi a do Jack, que disse que a peça é uma comédia, mas tem tanbém drama, protesto, romance, strip-tease e muito Rock "N" Roll...

Não percam Av. Paes de Barros 955, Móoca
Quartas e Quintas feiras ás 21h
teatro Arthur Azevedo até 13/12/2007


Home